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La gente cree, que ser artista significa hablar hermosamente, o cantar hermosamente, o dibujar hermosamente o hacer música hermosa.
Y pocos saben, que ser artista, significa elegir la vida, cuando uno desea morir.
Precisamente por eso los artistas merecen la inmortalidad.
(extraído de um canto qualquer da web, ou seja, copiado e colado)
Momentos

Sempre busco um equilíbrio, os que creêm (místicos) diriam que é por ser de libra... Acho que é apenas bom senso... Mas a busca desta "justiça" é muito mais difícil na prática do que na teoria... (aliás, o que é mais fácil na prática...???)

A fé sempre existiu neste corpo, ou melhor, nesta alma... A esperança tem que sobressair perante a angústia e a desilusão... Mas fico na dúdida se aqueles que se entregam são apenas tolos...

Neste contexto o medo de "altura", metaforicamente divagando, fica apagado perante a coragem... Não importa a escala em que o problema está sendo enfrentado... Nem a perspectiva do observador...

A dúvida quanto ao "desenho" do futuro (seu fluxograma aí incluso), persiste inquieta e incomoda... Simplistas dizem que é natural... Mas que não neguem que é extremamente exaustiva a convivência com tais incertezas...

Os sinais, signos e acontecimentos que parecem querer dizer algo, sempre fazem questão de dar as caras... Ditar os caminhos... Mas não parece fácil segui-los ou apenas tentar concordar com eles... O caminho inverso, se mostra interessante, ou surpreende com um magnetismo irresistível...

Tenho valores arraigados com na paz, odeio a violência, sou vítima dela... De forma incoerente a raiva frente as situações acordam um monstro que, absolutamente, preferia que não existisse... É cruel constatar que ele existe e está apenas inócuo... Dormente, mas pode ser acordado...

A preguiça passa a ser um dos vícios mais presentes desta minha época... Não é uma virtude... Mas será tão condenável este ócio onipresente que se tranformou num modo de vida...??? Sou vagabundo mas sou criativo... Uma justificativa aceitável...???

Dúvidas e certezas, intercaladas fazendo uma grande confusão... Uma hora senhor supremo da própria existência, na próxima uma pobre folha lançada a sorte dos ventos do outono... O corredor parece infinito como num sonho... Sim é um sonho... Me pego sempre lembrado se o último sonho foi preto e branco, colorido... Ou teve tons de uma sépia...

Livros e mais livros não respondem perguntas básicas... Sim, não há acúmulo de letras que possam se comparar a experência da vida... Nem códigos fonte... Portanto nunca seremos dominados pelas máquinas... Um problema a menos para ocupar a tão atolada cabeça... Nos levaremos sozinhos ao fim...

O mar revolto delimita uma linha disforme no horizonte... A simetria é a perfeição transformada na prática... Mas a pequena ilha, distante porém visível é o ponto de referência e de esperança para o náufrago solitário...

Os impactos e trobadas na vida me fazem mudar... Muitas vezes já estou no processo, querendo contrastes com a atual situação... Os "trancos" do destino, criam atalhos neste caminho... Muitas vezes na minha vida, eles foram a única salvação...

JHPVA
PS: Sei que o discurso acima está falho, cheio de discrepâncias e sem uma lógica linear, desculpas pessoais aos amigos visitantes que se dispõe ao trabalho de realizar visitas tão bem vindas aqui. Mas quando o peito aperta, procuro uma vávula que neste momento foi este espaço. Posso ser interpretado como um pessimista e não vou culpar ninguem. Sei que existe um preço a pagar por isso, afinal ninguem aguenta acompanhar isso por muito tempo. Pode ser que o resultado seja a solidão. Me resta apenas a absoluta convicção de que sempre fui honesto e transparente.
Escrito por Math às 19h31
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